Tubarão
E a formação de filas no sentido norte da BR-101 no trecho da rodovia em Tubarão, entre os bairros São Cristóvão e Morrotes, principalmente em horários de pico, continua a atrapalhar o dia a dia de muitos motoristas. Ontem, mais uma vez o trânsito ficou lento, mas o que chamou a atenção de moradores foi a quantidade de caminhões. Quase 100% do fluxo era de caminhoneiros. Mas os dias de congestionamentos estão contados.
A duplicação do trecho sul da rodovia deverá ser finalmente inaugurada após 23 anos de obras. A nova ponte construída no mesmo local da antiga Cavalcanti está pronta e os únicos detalhes que ainda faltam para liberar a trafegabilidade na travessia é a cabeceira norte, que recebe camadas asfálticas nesta semana.
Um dos principais problemas decorrentes das lentidões – muito frequentes nas proximidades do Morro do Formigão – eram as colisões traseiras e alguns engavetamentos. "Presenciei muitas batidas, algumas muito graves. Houve muitas mortes ao longo do período de pista simples e também durante as obras de duplicação neste ponto da BR-101. Espero nunca mais presenciar este tipo de situação", pretende o operador de máquinas e morador ribeiro à via, Rubens César Carlos Vitoretti.
A última morte no trecho foi de Gustavo de Amadeu da Silva, 20, em Tubarão. O jovem trafegava na BR-101 na madrugada do dia 8 de maio, quando perdeu o controle da direção e colidiu na cabeceira da ponte sobre o rio Tubarão.

